Um pouco de mim

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Distrito Federal, Brazil
Primeiramente: o título nos leva a diversas interpretações. Talvez a polissemia do termo "indiferente" cause dualidades. Mas a minha real intenção é dizer que quando as várias diferenças assumem seus lugares, sem precisar de rotulações, elas se tornam comuns, ou seja, NORMAIS porque "ser diferente é normal!". Por isso, permitam-se! As diferenças que todos nós temos só nos tornam mais exuberantes e únicos nesta vida. Façam valer! "O tempo não pára"! Agora falando de mim: sou um ser que age para os outros como gostaria que agissem para com ele. Simples estudante, trabalhador, homem e lutador que faz da sua rotina um marco para experiências incríveis, talvez "repetidas", mas sempre únicas. Como pré-operador do Direito, busco a melhoria para nosso País e isso não é demagogia política, é apenas uma utopia de um cidadão comum. Espero, creio, quase que infinitamente, num mundo diferente. E faço minha parte daqui para que ela se dissemine e que haja discussões interessantes das quais aperfeiçoaremos o que mais de uma cabeça, e só se é possível "pensar bem" assim, pode pensar.

sábado, 30 de abril de 2011

Momento "expressing myself".

Meu sábado poderia estar melhor, até porque é um dia em que posso descansar.
Mas as coisas acontecem de repente, e, dessa forma, não se pode escolher datas para definir dias de sol ou dias de chuva.
Usando da metáfora, meu sábado nevoou, escureceu, entrou numa tempestade.
As relações familiares são questões delicadas. Por causa delas temos base e podemos até perder o chão.
Usaram do chicote do corpo, a língua, para me açoitar. Nem entro no mérito da questão por ser ela íntima, mas o que compartilho com vocês é o que, possivelmente, outras pessoas passem em seus lares.
A famosa dita "jogar as coisas na cara" esteve presente hoje, por volta das 13 h, pouco antes de eu ir ao dentista. Ouvi calado coisas que não deveria. E, como se tivesse recebido um tapa estalado na face, recluí-me por tamanha vergonha e chateação.
O ruim é que todo batedor esquece, num raio de milésimos, o tapa desferido; mas para quem fora tapeado, o esquecimento às vezes nem chega ao seu encontro.
Tenho certeza que, um dia, olharei para trás e traçarei em versos tudo que um dia sofri e o quanto amadureci por dentro.
Apenas acho que o conceito de família deveria confundir-se mais com o amor. E como quem ama, às vezes, se chateia, o melhor seria utilizar-se de uma boa conversa para evitar ferimentos desnecessários aos que escutam palavras atiradas como facadas contra o seio do ouvinte.
Mas que seja petrificado o sentido da família, pois esta é "mais que você, mais que eu". E "não importa o que somos, nós somos uma família". Espero que se um dia eu falar isso para meu papai ele entenda que "nós somos uma família, como um sonho de criança".

Ah! Este aí do meu lado é meu "velho", que hoje arrancou sangue de mim, mas que jamais deixarei de amar. 
Em trechos da música Family, interpretada em Dreamgirls, deixo a cena deste filme que ampliou meus conceitos sobre o que é FAMÍLIA.

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