Um pouco de mim

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Distrito Federal, Brazil
Primeiramente: o título nos leva a diversas interpretações. Talvez a polissemia do termo "indiferente" cause dualidades. Mas a minha real intenção é dizer que quando as várias diferenças assumem seus lugares, sem precisar de rotulações, elas se tornam comuns, ou seja, NORMAIS porque "ser diferente é normal!". Por isso, permitam-se! As diferenças que todos nós temos só nos tornam mais exuberantes e únicos nesta vida. Façam valer! "O tempo não pára"! Agora falando de mim: sou um ser que age para os outros como gostaria que agissem para com ele. Simples estudante, trabalhador, homem e lutador que faz da sua rotina um marco para experiências incríveis, talvez "repetidas", mas sempre únicas. Como pré-operador do Direito, busco a melhoria para nosso País e isso não é demagogia política, é apenas uma utopia de um cidadão comum. Espero, creio, quase que infinitamente, num mundo diferente. E faço minha parte daqui para que ela se dissemine e que haja discussões interessantes das quais aperfeiçoaremos o que mais de uma cabeça, e só se é possível "pensar bem" assim, pode pensar.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Efetividade da Justiça. Uma das primeiras Uniões Estáveis Homoafetivas registrada em cartório.

O casal David Harrad e Toni Reis, juntos há 21 anos, registraram ontem sua União Homoafetiva Estável, um dos primeiros registros do Brasil, após a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o reconhecimento deste tipo de união como estável e entidade familiar, na última Sessão Plenária.
Apesar de terem ido na sexta-feira (6/05/2011) a procura de cartórios em Curitiba para realizarem o registro, a burocracia e dúvidas dos notariais em relação aos documentos necessários fez com que o casal adiasse o grande dia para segunda-feira, 9/05/2011.
A Associação dos Notários e Registradores (ANOREG) disse não haver óbice nenhum e que os casais homossexuais estáveis já podem proceder ao registro, uma vez que todos os cartórios já estão aptos e autorizados.
Quanto aos documentos exigidos, o procedimento a ser observado pelos carórios deve ser o mesmo em relação aos casais heterossexuais.
Vejam os pombinhos agora protegidos pelo Estado - depois de tantas discussões e findadas as controvérsias -, Democrático de Direito:


Que seja mais feliz ainda o casal Reis e Harrad.
Vitória!

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